AMORTECEDOR DE MASSA EM PALHETA

SEGUNDA VERSÃO:

equipamento projetado inicialmente para carros de F1 com o objetivo de manter a asa dianteira e o chassi do F1 a uma altura estável e constante do solo, evitando ao máximo que o mesmo oscile acompanhando as ondulações da pista.   

Esse equipamento é um amortecedor dinâmico de massa que visa aumentar a eficiência aerodinâmica do F1 como um todo. 
É algo com efeito baseado na antiga suspensão ativa criada pela Williams 
a alguns anos, e mais recentemente da suspensão reativa da Lotus, mas sem usar quaisquer partes elétricas, eletrônicas, etc. 

Princípio de funcionamento do dispositivo:


 exemplo de uma das várias formas construtivas que este sistema de dispositivo  termoexpansível pode apresentar.


                                    
Uma massa é usinada em monobloco metálico no formato de um ‘L’, fixa por sua base 
abaixo do chassi do F1 ( entre as rodas dianteiras ). Essa massa é travada por uma haste condutora de calor ( 4mm diâmetro ), constituída de liga térmica expansível ( ferro e níquel com bronze revestida de material térmico ) a qual percorre as laterais do chassi até terminarem bem próximas de uma fonte de calor ( motor, escapes, kers, etc ).

Todo esse conjunto é fixo, montado em um único monobloco rígido, sem peças ou partes soltas, giratórias, componentes articulados, etc.

O conjunto é montado em pares, escondidos dentro das palhetas ( defletores ) abaixo da suspensão dianteira do F1, sendo bem camuflados e difíceis de descobrir.

.Quando a haste recebe o calor irradiado da fonte, a mesma se aquece levando este calor (por condução) até a outra ponta que está travando a MASSA abaixo do chassi.

Estas hastes quando aquecidas tornam-se maleáveis, dilatam e expandem-se, alongando seu comprimento levemente ( + - 4mm ), o que libera o bloco da massa, deixando-a livre para se deslocar para cima e para baixo no sentido contrário ao movimento de freadas e arrancadas do F1.
Isso causa o efeito parecido ao da antiga suspensão ativa, objetivo do sistema.
Por ser compacto, pode não ter um efeito de amortecimento muito grande e significativo, mas com certeza traria uma certa  economia nos pneus dianteiros, o que poderia dar alguma vantagem por volta estendendo o tempo de pitstop. 
    
Quando a fonte de calor é desligada, todo o sistema se resfria, fazendo com que as hastes expansíveis retraiam voltando ao seu formato natural. Com essa retração a massa é travada automaticamente em sua posição original, tornando assim o dispositivo totalmente fixo, rígido e imóvel.
Não seria tão fácil de ser detectado em testes da FIA. 

- O funcionamento do dispositivo é por sistema térmico expansível, evitando quaisquer sistemas de acionamento elétrico ou eletrônico.
- Não possui peças e componentes articulados, soltos, livres, desmontáveis, rotativos, etc.
- Seu funcionamento é absolutamente autônomo, dispensando acionamentos pelo piloto, partes da suspensão, freios, etc.
- O dispositivo é um conjunto "monobloco" sólido, rígido, fixo ao chassi do F1 e seus componentes podem ser fabricados em alumínio, fibra de carbono, ligas expansíveis e condutores térmicos como cobre e similares. 
- Possui apenas duas partes, de simples construção, operação, compacto, prático, objetivo, de custo acessível e eficiente.

Essas características fazem com que o dispositivo fique o máximo possível dentro do regulamento da FIA, cumprindo assim "teoricamente" suas exigências tornando seu uso possivelmente "legal' no campeonato.


Autor desse projeto: Ubiratan Bizarro Costa ( designer industrial automobilístico )  
@biradesigner2

contato@bizarrodesign.com.br








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